“Quero ver ele segurar um Pix, dar troco em dólar falso e correr da fiscalização com a mesma elegância do palanque”

Em resposta ao tarifaço norte-americano e ao clima de tensão global, vendedores da lendária Rua 25 de Março, em São Paulo, resolveram mandar a real:

“Aqui não tem saladinha no almoço e ar-condicionado com segurança diplomática. Aqui é guerra todo dia.”

Os trabalhadores da 25 — conhecidos por negociar fones de R$ 8, perfumes de 3 continentes e até boneco do Pikachu com cara do Neymar — se manifestaram em alto e bom tom:

“Trump que lute. Quero ver ele vendendo película de celular com três clientes falando ao mesmo tempo e ainda tentar salvar o mototáxi que passou com a sacola errada.”

🎤 DEPOIMENTOS DIRETO DO FRONT DE VENDAS:

🧔 Renatinho da Capinha:

“Na 25 a gente faz MBA em sobrevivência com pós em negociação corpo a corpo. Quer colocar 40% de tarifa? Aqui a gente coloca 60% de paciência e 100% de gingado.”

👒 Dona Cleide do Boné Importado:

“Esse homem não aguenta o sol do meio-dia misturado com o bafo do asfalto. Com 10 minutos ele tá chorando pedindo arrego e uma Fanta uva.”

📦 Menor do Pix (13 anos, já com 5 lojas no marketplace):

“Trump quer taxar produto chinês? Aqui a gente monta o produto na hora e ainda dá chaveiro de brinde.”

📊 ESTATÍSTICAS NÃO-OFICIAIS (MAS CONFIÁVEIS):

  • Temperatura média da pele do vendedor da 25 às 14h: 58°C
  • Número de vezes que um “bom dia, chefe” evita briga: 12 por hora
  • Taxa de negociação bem-sucedida com cliente que só queria olhar: 97%
  • Chances de Trump durar 6h sem desmaiar: 1 em cada 7 mil bonecos do Hulk falsificado

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